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América do Sul
A América do Sul é o destino mais subestimado pelos próprios brasileiros. Continentes inteiros de variedade ficam a poucas horas de voo: Patagônia compartilhada entre Argentina e Chile, Cordilheira dos Andes do Peru à Bolívia, ruínas incas em Machu Picchu, planícies salgadas no Salar de Uyuni, deserto do Atacama, Cataratas do Iguaçu compartilhadas com a Argentina, vinícolas argentinas em Mendoza e chilenas no Vale do Maipo, Buenos Aires europeia e Bogotá moderna.
Os destinos mais procurados por brasileiros são Argentina (Buenos Aires, Bariloche, Patagônia, Mendoza, Iguazú), Chile (Santiago, Atacama, Patagônia, Ilha de Páscoa), Peru (Lima, Cusco, Machu Picchu, Vale Sagrado), Colômbia (Cartagena, Bogotá, Medellín, Eixo Cafeeiro), Uruguai (Montevidéu, Punta del Este, Colonia del Sacramento) e Equador (Quito, Galápagos, Amazônia). Brasileiros não precisam de visto para nenhum país sul-americano, e em vários deles bastam RG ou passaporte para entrada.
Custos são bem variáveis. Argentina passa por crise cambial recorrente, e isso pode tornar o destino o mais barato da região para brasileiros (especialmente em alta inflação local com câmbio paralelo). Peru e Bolívia são tradicionalmente baratos. Chile é o mais caro do continente, com padrão de vida próximo de países desenvolvidos. Equador (Galápagos) tem alto custo de entrada por causa da taxa de US$ 200 do parque marinho.
A melhor época para a maior parte da América do Sul é entre março e maio ou setembro a novembro, evitando o verão (dezembro a fevereiro) lotado e o inverno (junho a agosto) frio na Patagônia. Para Patagônia argentina e chilena, novembro a março. Para Atacama, o ano todo. Para Machu Picchu, evite janeiro a março (chuvas).
Voos do Brasil para a maioria dos destinos sul-americanos são diretos e duram entre 2 e 6 horas. Confira nossos guias completos por país, com roteiros dia a dia, custos atualizados e dicas validadas em viagens reais.